quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Companhias dos EUA fecham compras de 750 mil t de milho do Brasil

 

 A produtora de suínos Prestage Farms e outras duas companhias criadoras de animais na Carolina do Norte fecharam acordos para importar 750 mil toneladas de milho do Brasil, disse o vice-presidente de uma das empresas norte-americanas envolvidas no negócio, John Prestage.

As importações realizadas por meio de companhias multinacionais do agronegócio, como a Bunge e a Archer Daniels Midland, são as maiores já registradas e ocorrem após a pior seca nos EUA em mais de meio século, que afetou as lavouras norte-americanas de grãos.

"Com a secura aumentando, nós começamos a pensar 'É melhor nós começarmos a buscarmos alternativas ao nosso redor'. Então, nós realmente começamos a entrar em contato com nossos contatos na América do Sul", disse Prestage em entrevista à Reuters.

A empresa de Prestage é familiar e está entre as cinco maiores do segmento de suínos.

Essa foi a primeira confirmação oficial de rumores de que empresas dos EUA iriam importar até 1 milhão de toneladas de milho do Brasil.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) projeta que as importações norte-americanas de milho atinjam um recorde de 1,9 milhões de toneladas no ano comercial a terminar em 31 de agosto de 2013.

Produtores do sudoeste dos EUA, anos atrás, importaram grãos da Grã-Bretanha. Mais recentemente, indústrias de ração para gado do Texas importaram trigo do Canadá em agosto.

Os Estados Unidos são os maiores exportadores de milho, soja e trigo do mundo, mas a seca reduziu a produção deste ano de milho para seu menor volume em seis anos.

À medida que o clima ficou quente e seco, Prestage disse que ele e sua família mudaram a alimentação de seus animais para o trigo, principalmente trazido do Canadá.

Mas em junho eles e outros produtores de gado da região perceberam que as previsões do governo norte-americano, de uma abundante colheita de milho no país, não seriam realizadas, e iniciaram os preparativos para importar milho da América do Sul.

O milho importado está previsto para chegar em 15 cargas de aproximadamente 50 mil toneladas cada nos próximos seis meses, com a primeira programada para chegar no porto de Wilmington, na Carolina do Norte, na próxima semana.

MAIS IMPORTAÇÕES POSSÍVEIS

Segundo Prestage, as compras foram feitas em conjunto, envolvendo a empresa de sua família, a Murphy-Brown LLC, uma subsidiária da Smithfield Foods Inc, e a empresa avícola Nash Johnson & Sons' Farms Inc.

As três empresas são parceiras da Wilmington Bulk LLC, uma instalação de importação e exportação de grãos e commodities do porto de Wilmington.

Ele disse que as empresas estão tentando comprar mais milho e outros grãos para ração da América do Sul e outras fontes.

Dave Witter, gerente de sustentabilidade empresarial e comunicações da House of RaeFord Farms --uma cooperativa avícola da qual a Nash Johnson & Sons é membro-- confirmou as compras do milho brasileiro nesta quarta-feira.

Ele disse que a empresa estava explorando futuras importações de farelo de soja.

Um porta-voz da Smithfield declinou comentar.

A produtora de frangos Pilgrims Pride Corp, cuja dona majoritária é a produtora brasileira de carnes JBS SA, disse no início deste verão que pretendia importar milho brasileiro.

John Prestage disse que a Prestage Farms cria 170 mil suínos e 15 milhões de perus que, no total, consomem 50 milhões de bushels (1,27 milhão de toneladas) de milho por ano.

Prestage disse que, atualmente, os custos para importar milho do Brasil estão cerca de 5 por cento mais baixos do que transportar os grãos do Meio-Oeste norte-americano.

Produtores de carnes e aves da Carolina do Norte e de estados vizinhos dependem principalmente de envios ferroviários de grãos para ração do Meio-Oeste.

A Carolina do Norte é o Estado com a segunda maior produção de suínos dos EUA, mas ocupa a 22a posição no ranking de produção de milho no país.

Prestage disse que sua empresa nunca dependeu desse volume de importação de grãos. Que essa situação o deixa nervoso, apesar de os funcionários da Bunge e da ADM tentarem acalmá-lo.

"Eles afirmam que está tudo bem", ele disse, mas acrescentou que "cada embarcação é uma dúvida" até que atraque no porto.

Copyright Thomson Reuters 2011

Fonte: R7, 26 de setembro

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Clima “torra” lavouras de grãos dos EUA

(Não deixe de assistir a reportagem apresentada na Rede Globo no Jornal Nacional dia 09/08/2012)

Após uma largada espetacular, digna de causar inveja a qualquer agricultor, a produção de soja e milho dos Estados Unidos está se transformando em um martírio para os norte-americanos e espalhando tensão pelo mundo. O clima quente e seco que assola a principal região produtora do país, localizada no Meio-Oeste e conhecida como Corn Belt (cinturão do milho, em inglês), tem cozinhado as plantações a cada semana, colocando em risco o abastecimento global das duas commodities agrícolas mais consumidas atualmente(clique aqui e leia mais).

O panorama levou mais de mil condados em 26 estados a decretarem situação de emergência, conforme a imprensa norte-americana. “A estiagem que hoje castiga os Estados Unidos é mais ampla que a registrada em 1988, ano que trouxe enormes prejuízos para a agricultura do país”, avalia Alexandre Aguiar, da MetSul. “É incrível como tudo ficou seco. Alguns produtores nem devem conseguir colher os produtos”, disse à reportagem Jeff Caldwell, editor do Agriculture.com, um dos sites mais populares do setor nos Estados Unidos.

O caldeirão em que se transformou o Meio-Oeste ao longo do último mês fez os preços da soja e do milho dispararem nos pregões norte-americanos e, consequentemente, no Brasil. Em Paranaguá, a saca de 60 quilos da oleaginosa renova recordes de preços quase diariamente por conta da falta de produto disponível – resultado da quebra da última safra de verão. “Não havia ninguém no mercado ontem, nem para comprar nem para vender. Todos estão observando os movimentos em Chicago”, relata Steve Cachia, analista da Cerealpar. Levantamento da Secretaria Estadual de Agricultura (Seab) calcula que o preço médio da soja foi de R$ 65,96 no estado, com alta de 0,18% no dia.

Diagnóstico

Produção de milho deve ser a menor da última década

A pior seca dos últimos 24 anos no Meio-Oeste dos Estados Unidos já levou mais de 50 milhões de toneladas de grãos dos produtores norte-americanos. O diagnóstico foi feito pelo USDA, o departamento de Agricultura do país, em relatório divulgado ontem. Segundo o órgão, que até o mês passado esperava rendimento recorde, o milho deve ter neste ano o pior resultado por hectare da última década. Em apenas um mês, a estimativa de produtividade recuou 12%. Foi o maior corte mensal já promovido pelo departamento desde 1973, quando o relatório de oferta e demanda mundial começou a ser publicado. Com 21 sacas a menos por hectare, a produção total de milho do país deve somar 329,4 milhões de toneladas, 46,3 milhões a menos que o projetado em junho. A soja também sofreu reduções drásticas em suas estimativas. Em um mês, perdeu 4,2 milhões de toneladas e agora tem produção estimada em 83 milhões de toneladas. Se as duas sacas por hectare a menos forem confirmadas, o produto terá o seu pior rendimento dos último cinco anos. No ciclo passado, os Estados Unidos colheram 83,2 milhões de toneladas de soja e 313,9 milhões de toneladas de milho. Foi o segundo tombo consecutivo sofrido pelo país, que neste ano tende a aumentar sua coleção de quebra de safra. 50,5 milhões de toneladas

É o tamanho da quebra provocada pela estiagem que afeta o Hemisfério Norte nesta temporada. O volume de perdas com soja e milho equivale ao dobro da quebra de safra registrada em toda a América do Sul no último verão.

No caso do milho, os preços internos ainda não acompanham as valorizações da Bolsa de Chicago por causa do quadro de oferta recorde do produto no Brasil. “Estamos em plena colheita, mas, assim que os importadores de milho, especialmente os asiáticos, se derem conta de que a safra nos Estados Unidos não vai poder atender às expectativas iniciais, eles começam a olhar para o produto brasileiro”, afirma Cachia.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) surpreendeu o mercado ontem ao realizar cortes de produtividade da safra atual além do esperado. Mesmo assim, a soja fechou o dia em queda, valendo US$ 16,28 por bushel (o equivalente a US$ 31,81 por saca), com base no primeiro contrato. O milho teve baixa de 23 pontos em relação à sessão de terça-feira e terminou o dia cotado a US$ 7,38 por bushel (US$ 17,31 por saca). “O USDA admitiu que é grave a situação do país e isso preocupa os compradores lá fora, que muitas vezes preferem ‘embolsar’ os lucros dos dias anteriores [através das vendas de contratos]”, explica Cachia.

Daqui para frente, a intensa volatilidade deve continuar acompanhando as commodities no mercado internacional, mas a tendência geral de preços ainda é positiva. “No milho, está claro que o prejuízo será grande, mas a soja pode sofrer ainda mais”, aposta o especialista. O comportamento do clima no cinturão de produção norte-americano deve ser o principal fator influente sobre os preços e, quanto a isso, “não há perspectivas de que o clima vá melhorar”, aponta Luiz Renato Lazinski, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Segundo ele, há pre­­visão de chuvas para os próximos dias, mas em volumes abaixo do normal.

Fonte: Cenário MT, 12 de julho

Aplicativo da FMC permite identificar doenças e pragas nas lavouras

FMC Agrícola Brasil” conta com maior acervo de imagens agrícolas do Brasil, informações dos produtos e vídeos técnicos

Agrolink

De maneira inovadora e tecnológica, a FMC Agricultural Products, facilitará o dia a dia da comunidade rural, parceiros, jornalistas e interessados no agronegócio com o lançamento do seu mais novo aplicativo para tablet e celular “FMC Agrícola Brasil”.
O software possibilita e auxilia na identificação das plantas infestantes, pragas e insetos nas lavouras por meio de todo o acervo de manuais técnicos completos produzidos e elaborados pela FMC e pesquisadores e especialistas parceiros. “De forma simples e dinâmica, os produtores poderão definir corretamente, as doenças e pragas nas lavouras, tornando o dia a dia mais rentável e produtivo. O “FMC Agrícola Brasil” está disponível gratuitamente na App Store e no Android Market.”, destaca a gerente de comunicação da FMC, Fernanda Teixeira.
Além disso, o aplicativo disponibiliza também ao navegador o maior acervo de imagens agrícolas de todo o Brasil, todas as informações da FMC como vídeos e materiais técnicos de produtos, coletâneas, a Revista FMC Square, além de todo o conteúdo exclusivo e ferramentas interativas. “Tudo isso com um simples toque de dedo. Queremos mais uma vez a FMC perto de todos os seus públicos para escutá-los e sempre atendê-los com qualidade e inovação”, destaca Teixeira.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

CNA aconselha cautela aos sojicultores que vão ampliar área de cultivo

O Brasil deve colher pouco mais de 81 milhões de toneladas de soja na safra agrícola 2012/2013

Agência Brasil

O Brasil deve colher pouco mais de 81 milhões de toneladas de soja na safra agrícola 2012/2013, que começará a ser plantada no mês que vem para colheita no início de 2013. Será um acréscimo de 23% em relação às 65,5 milhões de toneladas da safra anterior, impulsionado pela alta de mais de 100% do produto. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), entretanto, adverte que os preços não devem se manter.
A alta da soja no mercado mundial é provocada pela seca no Meio-Oeste norte-americano, de acordo com o vice-presidente de Finanças da CNA, José Mário Schreiner. Ele adverte, porém, que “é preciso muita cautela na hora de dimensionar o aumento da área a ser plantada com soja para aproveitar o bom momento de preços internacionais da soja”, uma vez que a tendência é de recuperação da produção dos Estados Unidos.
Além do mais, o dirigente disse que a elevação de preços em decorrência da quebra de safra norte-americana já aconteceu e pode até se sustentar até a próxima colheita brasileira, mas a safra brasileira que virá maior concorrerá para possível redução de preços, juntamente com maior safra também na Argentina – terceiro maior produtor mundial.
A redução de colheita nos EUA é extensiva também ao milho, cuja produção foi de 313,9 milhões de toneladas na safra passada, e o próprio Departamento de Agricultura (Usda, na sigla em inglês) estima quebra em torno de 40 milhões de toneladas. Situação que também favorece o produtor brasileiro, que na safra 2011/2012 colheu 69 milhões de toneladas, para consumo interno de 54 milhões de toneladas. Do excedente, dois terços foram exportados e o resto entrou na composição de estoques oficiais.
A cotação internacional, fixada pela Bolsa de Chicago, também aumentou no caso do milho. Só que, de forma mais modesta, de acordo com pesquisa da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). O preço histórico do milho deveria custar entre R$ 23 e R$ 26 nesta época do ano, mas já ultrapassa R$ 35 em algumas regiões do país, em decorrência da seca nos EUA. Apesar disso, o agricultor brasileiro priorizou o aumento da área de cultivo para a soja, enquanto as lavouras de milho serão mantidas no mesmo patamar.
A alta dos preços de commodities agrícolas já fortaleceu a carteira de encomendas externas de fertilizantes e pressionou um pouco os preços de alimentos agropecuários no mercado interno, com repercussão no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A elevação dos preços de soja e milho, muito utilizados na ração de animais e aves, aumentou os custos de produção de suínos e frangos em mais de 30%, depois da seca no Meio-Oeste dos EUA.
A pressão inflacionária, no caso brasileiro, só não é maior porque nossa produção de soja e de milho garante o abastecimento interno e ainda sobra para exportações, segundo Schreiner. O país, entretanto, sempre sofre influências de fora porque a produção de etanol de milho, nos EUA, tem sido o principal fator de formação de preços do milho, da soja e do trigo. Além disso, particularmente o mercado de grãos de soja é balizado pela China, que absorveu 57 milhões de toneladas (64%) de todas as exportações do produto no ano passado.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Novas técnicas dobram produtividade da soja em lavouras brasileiras

Um experimento realizado com 1.185 produtores de soja em áreas de até 10 hectares conseguiu atingir produtividade do grão de quase o dobro da média nacional.
Valor Econômico


Um experimento realizado com 1.185 produtores de soja em áreas de até 10 hectares conseguiu atingir produtividade do grão de quase o dobro da média nacional. A maior colheita foi de 100 sacas por hectare, contra 52 da média no país. O desempenho foi alcançado pelos participantes da 2ª edição do Desafio Nacional de Máxima Produtividade Safra 2010/2011, realizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) e que tem a Embrapa como parceira.

Foram premiados seis produtores de soja em três categorias: Sul, Sudeste e Cerrados. Os participantes desenvolveram técnicas novas para ampliar a colheita por hectare. As descobertas serão aproveitadas e disseminadas no futuro.

O evento foi elogiado apesar da queda de produção do vencedor em relação ao ano passado, quando o primeiro lugar colheu 108 sacas por hectare. "Houve uma queda na produção principalmente em relação às condições climáticas deste ano. No entanto, já era de se esperar", diz o Engenheiro Agrônomo e Pesquisador de Fisiologia, Luis Antonio Fancelli. "Várias técnicas diferentes surgiram, por exemplo, a semeadura cruzada, diferente do padrão em linha. Temos discutido que o importante é apurar a técnica, sem imitar os resultados anteriores", diz Fancelli.

O CESB desenvolveu um desafio em que participantes teriam que plantar de 5 a 10 hectares em suas propriedades com técnicas que gerassem aumento de produção. O CESB estabeleceu uma meta para o país para "desafiar" os produtores: 66 sacas por hectare. "Se levarmos em conta essa meta e a produção atual de 52 sacas vemos que é um número factível", diz o diretor de marketing do CESB, Nilson Caldas.

A Embrapa é a responsável por testar os métodos mais usados e certificar os melhores. "São várias tecnologias usadas. Nós avaliamos quais foram os mais adotados e testamos em campos experimentais. Desde o ano passado já estamos usando alguns fatores de produção e essas descobertas vão voltar ao produtor em forma de tecnologia validada", disse Sebastião Neto, pesquisador da Embrapa Cerrados.

Em pesquisas com os principais métodos usados, descobriu-se que vários são recorrentes. O uso de fertilizantes, novos arranjos de plantio e uso forte da genética. "Um resultado meio óbvio foi o uso de fertilizantes em doses proporcionais à área plantada. A produção depende dos nutrientes. Quanto mais nutrientes mais a planta responde em termos de produtividade. A genética também se mostrou muito importante no processo. O ideal é uma junção de várias características genéticas: de crescimento e resistência às pragas", diz.

Cultivo de sorgo é alternativa para alta expressiva do milho

A cultura do sorgo, até pouco tempo não tão difundida entre as propriedades rurais, ganha força entre os produtores que apostam no plantio do grão em substituição ao milho. Embora a fonte energética das rações normalmente seja o milho, o sorgo geralmente apresenta preço inferior. Portanto, se torna uma alternativa tanto para o produtor que quer diminuir seus riscos na safrinha de milho quanto para a indústria que consegue reduzir seus custos, já que consegue comprar o produto a um valor menor.

Segundo Flávio Faedo, presidente da Comissão de Cereais, Fibras e Oleaginosas da FAEG, os preços da saca de 60 kg do sorgo em Goiás giram em torno de R$ 18, valores entre 15 a 20% menores que o milho. Um outro fator que torna o sorgo um ingrediente energético alternativo ao grão é seu valor nutricional, com 3% a menos de valor energético e 1% de proteína superior ao milho. Além disso, Faedo afirma que, com a variedade precoce da soja, a tendência é mesmo de que haja maior cultivo do sorgo.

Fonte: Notícias Agrícolas

Análise do Feijão





Feijão: Em São Paulo houve oferta de apenas 9.500 sacas com sobra de 3.500
Correpar/Notícias Agrícolas

Feijão Carioca - Nesta madrugada na bolsinha de São Paulo houve oferta de apenas 9.500 sacas com sobras por volta de 8 horas de 3.500 sacas. Preços de referencia: R$ 130 para nota 9,5; R$115,00 para nota 8,5 e R$105,00 para nota 8.

Feijão Preto - Referência posto Sã Paulo vendedores pedindo R$ 85 e recebendo contra oferta de R$ 80 em São Paulo
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